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Estudo de Caso I: "Ana Hickmann"

Estudo de Caso I: "Ana Hickmann"

Hoje passados alguns dias inquietantes do caso do fã que provocou o atentado à modelo, empresária e apresentadora Ana Hickmann, quem ainda estará pensando no ocorrido? Provavelmente, os principais envolvidos e os familiares dos mesmos.
O que podemos pensar dessa situação?
Primeiro, um filho. "Carinhoso, a melhor pessoa do mundo" na opinião de quem convivia com Rodrigo dentro de casa. "Muito educado e prestativo" na opinião dos vizinhos. Ninguém próximo via algo errado no comportamento daquele homem de 30 anos, que ainda morava com os pais (normal segundo as estatísticas), sem trabalho (normal segundo a crise empregatícia no País). Mas onde o eu de Rodrigo era expresso com clareza era na Internet, nas redes sociais. Apesar dos textos contraditórios de amor e raiva, ninguém ousou pensar que algo mais grave estava acontecendo, ou de perguntar o porquê daquela reação.
Amor e ódio são inseparáveis na opinião de Freud, porém o que Rodrigo expressava eram muitos outros sentimentos, embora seu comportamento fora das redes sociais parecesse "pacífico".
Lanço aqui mais um alerta.
Atente aos comportamentos de pessoas próximas nas redes sociais. Atente para os sentimentos que despertam EM VOCÊ.
PRESTE ATENÇÃO NOS SEUS FILHOS e peça opinião de pessoas que estão fora do vínculo emocional.

CUIDADO COM OS PENSAMENTOS DE ONIPOTÊNCIA.

Expressando opinião própria, entendemos que a assessoria desta famosa pareceu um tanto desatenta ao contexto em que vivemos no mundo, de "total insegurança" e ameaça constante de nossa existência, tanto ecológica, econômica, política, social. Não podemos nos dar ao luxo de pensar que a "bondade domina". Infelizmente, isso parece ser uma fantasia. Enquanto vivemos "tranquilos" em nossas rotinas, os terroristas por exemplo, estão tramando explodir mais uma bomba. Não podemos viver reféns disso Caroline, você me diria. Mas eu responderia: porém temos que entender que existem muitas pessoas neste mundo tendo "comportamentos normais" sendo que seus pensamentos estão tramando literalmente "acabar com o mundo".

Descobrimos uma informação valiosa à respeito de "ver somente o lado bom" que chama-se Padrão Poliana. O "Padrão Poliana" é um bloqueio mental de situações negativas e uma resposta compulsiva e inadequada às situações do cotidiano, este desequilíbrio pode conter uma generalização maximizando o bem e minizando o mal, sem analisar cada situação separadamente.

O que podemos fazer então?
  • prestar atenção aos nossos pensamentos: as batalhas que travamos em nossa mente podem nos derrotar ou nos levar a vitória;
  • prestar atenção nas pessoas que estão ao nosso redor: pergunte-se : é com esse tipo de pessoas que quero me relacionar? Sou uma pessoa que atrai pessoas saudáveis?
  • considere a opção de procurar ajuda: quando perceber que algo está fora do que desejou para sua vida.
  • você precisa ter um propósito na vida: ser importante na vida de alguém ou de várias pessoas.
Nossa intenção é contribuir de forma positiva e propor reflexões.
Leitor, você não precisa concordar com tudo que foi compartilhado, mas se algo lhe chamar atenção considere este ponto e reflita um pouco mais.

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